A punheta: é um homicídio premeditado?
O sexo oral: é canibalismo?
Podemos considerar o coito interrompido como abandono de menor?
E o que dizer da camisinha? Seria homicídio por asfixia mecânica?
E o sexo anal? É mandar o futuro filho à merda?
It’s cliche by now, but how can you look at new scientific data and think this was all made for us?
I was talking to a creationist family friend who’s in his 70’s, and his overall knowledge of the universe and general science was so outdated, and many cases incorrect, that I almost don’t blame him for believing a man in the sky did it.
He once told my mom “I can’t believe your son thinks we came from amoeba!”
Well, “I didn’t say we came from amoeba, but our genome has 2.9 billion base pairs, while the amoeba has 290 billion; it’s been around for a really long time, and has undergone an incredible evolution.”
Our intricate knowledge of the fossil record and genome paints a beautifully massive and exciting road of evolution for all living and extinct life on earth.
“The genome reveals, indisputably and beyond any serious doubt, that Darwin was right—mankind evolved over a long period of time from primitive ancestors.”
-Arthur Caplan

Os problemas sociais que se espalham em escala global são os principais inimigos de qualquer visionário utópico. Entretanto, as visões destes continuarão somente no campo das ideias enquanto a mentalidade do Homem for como é.
No caminho para a transformação da mentalidade humana há uma série de percepções que não só devem ser analisadas como também difundidas, ensinadas nas escolas e incorporadas na sociedade. Dentre estas, as mais importantes são: dar-se conta de que a ajuda não virá de algum lugar, perceber que é a sociedade quem deve ajudar-se; enxergar o fato de que a Terra nada mais é do que um ponto em um vasto Universo e, portanto, qualquer ganância e sede de poder é irracional e insignificante; e, por fim, saber que é a ciência, e somente a ciência que trará solução aos problemas humanos e uma melhor compreensão do Universo.
As percepções acima citadas são de suma importância. A primeira se faz fundamental para evitar a passividade humana, a segunda para acabar com os abismos sociais e a divisão internacional do trabalho e a terceira, pelo fato de a ciência ser a ferramente mais poderosa do homem.
Quando tais condições forem atingidas, a erradicação das crises sociais vigentes será apenas uma questão de tempo. E então, enfim, haverá uma sociedade forte, avançada, inteligente e justa.
Fabio de Moraes Canedo
| — | H. L. Mencken |
Eu já pensei nesse assunto diversas vezes, mas esta foi a primeira que resolvi dar uma pesquisada no assunto. Vamos lá:
Bom, dei uma olhada em alguns sites, li alguma coisa, não foi uma pesquisa muito profunda. Porém, me foi possível enxergar que a utilização de tal forma de produção(ou extração, já que segundo Lavoisier é impossível PRODUZIR algo) de energia já causou lá seu estrago na história humana. O maior acidente na história, o famoso de Chernobyl, matou cerca de 25 mil pessoas, segundo o site da Uol. E, segundo o blog “tediomental”(Olha o site que procurei, mas tudo bem), o prejuízo causado foi o equivalente a 200 bilhões de dólares, parece bastante não é?
Mas me ocorreu a ideia de fazer uma pequena comparação, fui até o site do Detran, e segundo uma tia lá, são 50 mil mortos por acidente de trânsito e 350 mil feridos por ANO SÓ NO BRASIL! Cara! Isso é muito, você não acha? Pois é. Segundo a mesma tia, o Brasil contribui com 5,5% doa acidentes do mundo. Eu concordo que somos uns idiotas no trânsito, mas mesmo assim, por ano, no mundo inteiro dá uma média de 7,3 MILHÕES de pessoas afetadas por acidente de trânsito. E lembre-se: Estou utilizando estatísticas do Detran, eles devem dar uma maquiada nesses dados, então, presumo que o número correto seja um pouco maior.
Agora, voltando à Energia Nuclear, mesmo que houvesse um “Chernobyl” por ano, por que deveríamos parar de utilizá-la? Digo, Para mim é MUITO CLARO que a utilização de carros é bem mais prejudicial que a de energia nuclear, e preste atenção que eu nem coloquei na balança a emissão de poluentes. Nem de longe a energia nuclear mata tanta gente quanto carros. A ilusão de que a energia nuclear é PERIGOSA é criada pelo fato da raridade e pela magnitude desses acidentes. Eu sei que falei de forma confusa e paradoxal, mas vou tentar exemplificar para que fique mais claro. Por quanto tempo os noticiários falaram do incidente no Japão? Até hoje dão alguma comentada não é? E eles já relembram acidentes como o de Chernobyl, mostram algumas imagens caóticas, aquilo parece o fim do mundo, mas enquanto eles comentam sobre isso, quantos acidentes automobilísticos não estão ocorrendo? E quantos litros de gases não foram soltos na atmosfera?
Viu? A mídia adora ampliar a magnitude das coisas, e a raridade dos eventos tornam eles maiores. Se tivéssemos que parar de utilizar alguma ferramenta, o carro viria antes de tal energia, o custo-benefício é ridículo! Dê uma olhada você leitor em alguns artigos sobre o assunto, e veja que só há apenas argumentos impressionistas ou apelos emocionais contra tal energia. Deixemos de ser estúpidos e impressionados e vamos começar a utilizar as maravilhas da natureza a nosso favor!
(Saiu um pouco ruim, talvez muito, mas considerem que não estou acostumado a esse estilo pessoal de escrever)
Fabio de Moraes Canedo